Archive for janeiro 4th, 2022

Comércio funcionará em horário diferenciando no feriado de Santos Reis

Foto: Reprodução

O feriado municipal de Santos Reis, co-padroeiros da cidade do Natal, modificará o funcionamento do comércio da capital potiguar na quinta-feira (6). A Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL Natal) informou que os estabelecimentos localizados no comércio de rua, na Cidade Alta e no bairro Alecrim estarão fechados. Os shopping centers funcionarão conforme os horários de domingos. Já os supermercados, abrirão em horário normal, das 7h às 22h.

Confira abaixo o funcionamento do comércio:

Comércio de Rua

Alecrim: Fechado
Centro da Cidade: Fechado

Shoppings

– Natal Shopping

Lojas e quiosques: 11h às 21h
Praça de Alimentação: 11h às 21h
Cinema conforme programação
Academia: 09 às 13h

– Midway Mall

Lojas – Abertura entre 12h e 15h.
Encerramento até 21h.
Praça de Alimentação 11h às 21h

– Praia Shopping

Praça de Alimentação, a partir das 11h
Lojas e Quiosques, das 15h às 21h
CINEMAS, conforme programação no moviecom.com.br

– Shopping Cidade Jardim

Abertura Facultativa
Lojas e quiosques 14h às 20h
Alimentação a partir 12h às 20hs

– Shopping Via Direta

Lojas, Box´s e Quiosques: 14 às 20h.
Praça de Alimentação: 12 às 21h.

– Partage Norte Shopping Natal

Praça de Alimentação/Lazer: 11h às 22h;
Lojas/Quiosques: 15h às 21h, com abertura facultativa, a partir das 11h;
Carrefour: 7h às 21h;
Smart Fit: 08h às 14h;
Cosern: Fechada;
Lotérica: Fechada.
Cinema: Conforme sessões disponíveis

– Shopping 10

Fechado

Supermercado

Das 07 às 22hs

BG

Sesap/RN comunica que Ômicron está no RN desde dezembro, será efeito do Carnatal?

A Sesap por meio de sua assessoria comunicou, via Instagram, que a ômicron está no RN desde dezembro, isto é, pode ter vindo ao Estado por meio do Carnatal.

O informativo também afirma que há variante Delta em nosso meio, então, esse surto de gripe pode confundir os que adoecem.

Todavia as notícias do mundo e da OMS é de que a nova variante apesar de ser muito contagiosa, é de pouca letalidade, há informações oficiais que a ômicron é uma espécie de imunizador, que o vírus está no seu final de força.

Lula e Bolsonaro adotam estratégias distintas na escolha de candidato a vice

Geraldo Alckmin é cogitado como candidato a vice em possível chapa com Lula, enquanto Hamilton Mourão não deve repetir a dobradinha com Bolsonaro
Geraldo Alckmin é cogitado como candidato a vice em possível chapa com Lula, enquanto Hamilton Mourão não deve repetir a dobradinha com BolsonaroIsac Nóbrega/PR e Foto: Alan Santos/PR

“Eu sou vice-presidente. Então, não sou nada, mas posso ser tudo”. O diplomata americano John Adams classificava o posto de vice-presidente, que ocupou durante o mandato de George Washington, como um cargo sem efetivo poder. O prestígio político obtido com a função, no entanto, contribuiu para a sua eleição a presidente, em 1797.

Como Adams, no Brasil, dez vice-presidentes chegaram ao posto de presidente, seja por meio de renúncia, morte, impeachment ou eleição. O caso mais recente foi o de Michel Temer (MDB), que substituiu Dilma Rousseff (PT) em 2016. Como o processo de articulação teve participação de aliados do emedebista, ele foi chamado de algoz da petista.

O posto de número dois na hierarquia presidencial, contudo, nem sempre é um fardo ou um trampolim para o Palácio do Planalto. Os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), por exemplo, tiveram colegas de chapa considerados trunfos eleitorais.

No caso, primeiro Marco Maciel (do então PFL, hoje DEM) e depois José Alencar (do então PR, hoje Republicanos) contribuíram para a construção de uma imagem de moderação ao cabeça de chapa, atraindo o apoio de segmentos conservadores às duas gestões.

Para a disputa presidencial de 2022, o receio de uma futura traição ou a busca por dividendos eleitorais tem conduzido a discussão para a escolha do candidato a vice-presidente pelos dois nomes mais bem posicionados até agora nas pesquisas de intenção de voto.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) já informou a um grupo de aliados que não pretende ter ao seu lado um nome com prestígio no Congresso Nacional. Nas conversas relatadas à , ele relembra o impeachment de 2016 e afirma que não vislumbra ter em sua chapa eleitoral um político profissional.

Além disso, o presidente tem salientado, em conversas reservadas, que almeja um nome que não lhe faça um contraponto, em referência ao atual vice-presidente Hamilton Mourão. Em julho, ao ser perguntado sobre o general da reserva, Bolsonaro o comparou a um cunhado. “Você casa e tem que aturar”, resumiu.

Com o perfil definido, Bolsonaro cogita dois auxiliares para a função: o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, e o ministro da Defesa, Braga Netto. Além de buscar nomes de confiança e com afinidade, o presidente pretende consolidar o apoio em um de dois segmentos que foram cruciais em sua eleição em 2018: o militar e empresarial.

Com experiência na negociação parlamentar, e prevendo reeditar aliança com o bloco do centrão que lhe garanta maioria congressual, Lula focou sua estratégia em um resultado em curto prazo, ou seja, que tenha impacto eleitoral. Em busca de apoio em São Paulo, o maior colégio eleitoral do país, o petista negocia uma dobradinha com o ex-governador Geraldo Alckmin, seu principal adversário na disputa eleitoral de 2006, o que surpreendeu a classe política.

Fora do PSDB, Alckmin calcula anunciar sua filiação ao PSB em fevereiro, quando Lula deve oficializar sua candidatura ao Palácio do Planalto. A estratégia também envolve a tentativa de repetir o impacto causado em 2002 com a escolha do empresário José Alencar para o posto de vice-presidente, ou seja, trazer uma imagem de moderação ao petista.

Nas palavras de um aliado de Lula, a ideia é que Alckmin seja, em 2022, uma espécie de nova “Carta ao Povo Brasileiro”. O documento foi lançado por Lula em 2002 na tentativa de acalmar o mercado financeiro, que receava uma postura radical na condução da política econômica.

A aproximação entre Lula e Alckmin vem após um histórico de enfrentamento. Pouco mais de três anos atrás, Geraldo Alckmin afirmou que não existia “a menor chance de aliança com o PT”. Em 2006, enfrentaram-se diretamente na disputa ao Planalto e trocaram acusações.

Com a definição do quadro eleitoral, as atenções no começo deste ano se voltam para as estratégias de escolha dos candidatos a vice-presidente, que, sejam trunfo sejam algoz, funcionam como uma espécie de “salva-vidas em momentos de crise”, como definiu o ex-presidente José Sarney (MDB), que substituiu Tancredo Neves em 1985.

As escolhas, no entanto, carregam ônus. Caso feche uma aliança com Alckmin, Lula será cobrado a explicar ao seu eleitorado de esquerda o motivo de celebrar um “casamento” político com um nome identificado com a centro-direita.

Já Bolsonaro, que tem cogitado auxiliares sem trajetória política, corre o risco de fazer uma dobradinha com um nome com pouco potencial de lhe trazer dividendos eleitorais.

CNN

Governo do RN regulamenta auxílio-alimentação para policiais militares

Foto: Demis Roussos / Governo do RN

O governo do Rio Grande do Norte publicou decreto que regulamenta o auxílio-alimentação a policiais militares. O benefício será concedido aos policiais militares em atividade no âmbito da corporação ou que estejam à disposição da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed). A medida consta no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (4).

O Decreto nº 31.263 dispõe duas modalidades na concessão do auxílio alimentação, seja com fornecimento de vale-refeição ou pagamento em caráter indenizatório, de pecúnia destinada a subsidiar a despesa com a alimentação.

O valor da indenização, bem como sua forma de cálculo, será fixado por portaria editada conjuntamente pela Secretaria de Estado do Planejamento e das Finanças (Seplan) e pela Sesed.

O pagamento da indenização será custeado com recursos da corporação militar, que deverá incluir na proposta orçamentaria anual os recursos necessários a sua manutenção.

O decreto foi assinado pela governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, e pelo secretário de segurança, Coronel Araújo.

Tribuna do Norte / BG

Falta vacina da gripe em pelo menos 40 cidades do RN

Foto Ilustrativa: Reprodução

De acordo com levantamento da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap/RN), pelo menos 40 municípios do Rio Grande do Norte estão sem vacina contra a Influenza. Último levantamento foi realizado em 18 de dezembro do ano passado e não há atualizações, além de 40 cidades não terem informado a secretaria sobre a situação de seus estoques.

Segundo a Sesap, 200 mil doses foram solicitadas ao Ministério da Saúde (MS), mas ainda não houve retorno até o momento. “O Estado solicitou 200 mil doses para reforçar a campanha de imunização, mas até agora nós não tivemos resposta, embora o ofício com o pedido tenha sido enviado há poucas semanas”, disse a Sesap.

Além da falta do imunizante, a expectativa é que, mesmo onde há estoque, as doses estejam em quantidade mínima. No início da segunda quinzena de dezembro, de acordo com os dados da Sesap, grande parte dos municípios tinha menos de 500 unidades disponíveis.

Em Natal, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS/Natal) informou, por meio de nota, que as últimas doses da vacina vêm sendo aplicadas desde a última quinzena de dezembro de 2021. Segundo a pasta, o estoque da Central de Armazenamento do Município está zerado, mas algumas unidades de saúde ainda possuem um “quantitativo mínimo à disposição da população”.

A SMS/Natal informou que foram aplicadas cerca de 370 mil doses da vacina, recebidas do Ministério da Saúde para a campanha anual de imunização em 2021. Em Parnamirim, na Região Metropolitana, o imunizante está em falta desde a semana passada. A Secretaria de Saúde do Município esclareceu que recebeu, na última semana, 400 doses da Sesap, as quais foram administradas em apenas dois dias.

A coordenadora de imunização de Macaíba, Flávia Medeiros, explicou que a Secretaria de Saúde recebeu 300 doses na semana passada, as quais se somaram a outras 200 ainda existentes no Município até então. “Tudo foi distribuído para as unidades de saúde e nós estamos colhendo os dados para saber se ainda há doses”, respondeu a coordenadora no final da manhã dessa segunda-feira (3). Em São Gonçalo do Amarante, outro município da Região Metropolitana, as doses acabaram na semana passada.

Tribuna do Norte /BG

TSE divulga calendário eleitoral com novos prazos para os partidos; confira

Brasileiros irão às urnas no dia 2 de outubro; segundo turno, caso necessário, será no dia 30 do mesmo mês / Elza Fiúza/ABr

Neste ano, os brasileiros vão às urnas para escolher o presidente, os governadores e os membros do Legislativo federal e estaduais. O primeiro turno das eleições está marcado para o dia 2 de outubro e o segundo, se for necessário, será no dia 30 de outubro. Mas o calendário eleitoral começa bem antes do dia eleição. De 03 de março até 1º de abril será a janela partidária, que é o período em que os deputados federais, estaduais e distritais podem trocar de partido para concorrer às eleições sem perder o mandato. Já o dia 2 de abril é a data limite para que todas as legendas e federações partidárias obtenham o registro dos estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Esse também é o prazo para que todos os candidatos tenham o domicílio eleitoral onde desejam disputar as eleições e já devem estar com as suas filiações deferidas. Também no dia 2 de abril termina o prazo para que o presidente, governadores, prefeitos e até os ministros que pretendam concorrer a outros cargos em 2022 renunciem os respectivos mandatos, antes de começar uma nova disputa.

Em maio, no dia 4, termina o prazo para tirar o título de eleitor ou solicitar operações de transferência e revisão. Em junho, já no dia 1º, os partidos políticos precisam comunicar ao TSE, caso queiram renunciar ao uso do Fundo Eleitoral, aprovado pelo Congresso Nacional com o valor de R$ 5,7 bilhões.

O coordenador geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político, Luiz Fernando Casagrande, avalia o Fundão gera uma distorção na política do país. “Nós teremos, essa é a tendência, a menor renovação da história da Câmara dos Deputados, dada a dimensão do Fundo Eleitoral e a dificuldade que candidatos que estejam fora dessa distribuição possam competir com igualdade de condições. E ainda há um outro efeito colateral muito grave: os partidos políticos não apostam mais nas eleições majoritárias. Não interessa eleger senador, governador ou presidente da República, porque essas eleições não geram, na eleição seguinte, um bolo maior do Fundo Eleitoral, de forma tal que esse ciclo vicioso faz com que os partidos apostem apenas nos deputados federais e nos mesmos deputados federais”, explica.

A partir do dia 2 de julho fica vedada a realização de inaugurações, a contratação de shows artísticos pagos com recursos públicos, pronunciamentos em cadeia de rádio e televisão fora do horário eleitoral gratuito e os pré-candidatos também não podem comparecer a inauguração de obras públicas. No dia 17 de julho, o TSE disponibiliza na internet os locais de votação com vagas para voto em trânsito e transferência temporária de sessão para militares, agentes de segurança pública e guardas municipais em serviço.

Do dia 20 de julho até o dia 5 de agosto, os partidos fazem a Convenção, para decidir quem vai entrar na disputa. E o dia 15 de agosto é a data limite para os partidos e federações ou coligações partidárias registrarem as candidaturas de seus candidatos. Este é o primeiro ano que as coligações não serão permitidas nas eleições proporcionais.

O coordenador geral Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político vê a medida como um avanço: “Só o Brasil tinha a possibilidade de coligação na proporcional, em um sistema de lista aberta, como aqui no Brasil. Significava que o eleitor votava no candidato do partido A e elegia o candidato do partido B, isso era uma excrecência do nosso sistema eleitoral que acabou, já teve a estreia de uma eleição sem coligações, mas só nas eleições municipais de 2020, a primeira vez que entra em cena em 2022”, afirma Casagrande.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e TV acontece entre os dias 26 de agosto e 30 de setembro. No dia 2 de outubro os brasileiros vão as urnas em todo o país simultaneamente, independente da diferença de horário. Todos os estados vão seguir o horário de Brasília e a votação começa às 8 horas da manhã e termina às 17 horas da tarde.

Jovem Pan

Médico de Bolsonaro descarta necessidade de cirurgia após avaliação

Bolsonaro passou por uma série de exames e foi diagnosticado com suboclusão intestinal, mas aguardava a chegada do médico Antônio Macedo / Reprodução/Twitter/JairBolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro não vai precisar ser submetido a uma cirurgia intestinal. O procedimento foi descartado pelo médico Antônio Macedo, que chegou ao Hospital Vila Nova Star por volta das 6h10 desta terça-feira, 4. Ele estava em viagem de férias nas Bahamas, mas precisou retornar às pressas para avaliar o estado de saúde do político.

À Jovem Pan, o especialista afirmou que, por enquanto, a possibilidade de uma cirurgia está descartada. A avaliação é que o presidente está reagindo bem ao tratamento clínico para a obstrução intestinal. Bolsonaro está internado desde a madrugada da segunda-feira, quando deu entrada no Hospital Vila Nova Star, localizado na zona sul de São Paulo, após sentir dores abdominais. Ele passou por uma série de exames e foi diagnosticado com suboclusão intestinal, mas aguardava a chegada de Antônio Macedo para análise sobre seu estado de saúde.

Em nota divulgada na manhã desta terça, a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom) afirmou que “o quadro de suboclusão intestinal do Presidente da República, Jair Bolsonaro, se desfez, não havendo indicação cirúrgica”. Ainda de acordo com o comunicado, o presidente segue em evolução satisfatória e deve iniciar uma dieta líquida. Anteriormente, o mandatário estava usando uma sonda nasogástrica. Ainda não há previsão de alta.

Jovem Pan

Audiência pública nesta terça deve definir diretrizes para vacinação de crianças

O encontro acontece após a conclusão da consulta pública realizada pelo governo federal, que recebeu 24 mil contribuições / JOAO GABRIEL ALVES/ENQUADRAR/ESTADÃO CONTEÚDO

Ministério da Saúde faz uma audiência pública nesta terça-feira, 4, para debater a inclusão das crianças com idades entre 5 e 11 anos no Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19. O encontro acontece após a conclusão da consulta pública realizada pelo governo federal, que recebeu 24 mil contribuições. A expectativa é que o anúncio oficial sobre a vacinação pediátrica seja feito nesta quarta-feira, 5. No geral, o governo defende que a imunização de 5 a 11 anos seja feita com autorização dos pais e prescrição médica. A expectativa é da entrega inicial de 20 milhões de vacinas pediátricas até março. “Podem ficar tranquilos, todos os pais e mães que quiserem vacinar seus filhos de 5 a 11 anos poderão”, afirmou o ministro Marcelo Queiroga.

De acordo com ele, a audiência desta terça-feira busca ampliar a discussão sobre o tema. Segundo dados do IBGE de 2018, há 20,5 milhões de crianças com idades de 5 a 11 anos. Em nota, a Assessoria Brasileira de Alergia e Imunologia afirmou que o risco de morrer de Covid-19 nesta faixa etária é de 10 mil a 200 mil vezes maior do que o risco de ter uma reação adversa ao imunizante. A entidade é favorável à vacinação das crianças e afirma que a consulta pública não cabe, já que a aplicação dos imunizantes deve ser uma questão de saúde pública, não de opinião.

Jovem Pan