Category: Economia

Governo do RN não pode sacar dinheiro do fundo previdenciário, informa banco

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Instituto Previdenciário do Rio Grande do Norte (Ipern) não pode sacar os recursos do Fundo Financeiro do Estado (Funfirn) para pagar salários de aposentados e pensionistas. A informação foi repassada oficialmente pela gerência geral do Banco do Brasil aos representantes do Estado e confirmada ao G1 pelo procurador-geral adjunto do Estado, João Carlos Coque. O governo queria usar o dinheiro para liberar recursos e pagar os duodécimos dos poderes estaduais, que estão atrasados.

De acordo com o procurador, o banco informou que os recursos não podem ser sacados até o prazo final das aplicações financeiras em que foram depositados. Elas acabarão entre 2019 e 2021. Ao todo, o fundo conta atualmente com R$ 321 milhões. “Não pode ser usado nada, à exceção de um valor bem pequeno, que não resolve o problema do Estado”, afirmou Coque.

Questionado pelo G1, o procurador-geral adjunto explicou que, diante da negativa do banco, não há muito o que ser feito do ponto de vista judicial, e que o Estado terá que buscar uma solução financeira para a falta de recursos. “Hoje a situação é muito menos jurídica que financeira”, argumentou o procurador, ressaltando que a procuradoria sempre está à disposição do governo para buscar as melhores soluções no campo da Justiça. O procurador ressaltou que o acordo da semana passada não previa o saque, mas sim um estudo para avaliar a possibilidade de sacar.

Após o acordo, a 60ª Promotoria do Patrimônio Público entrou com uma ação cautelar na Justiça para impedir que o Ipern sacasse o dinheiro sem antes receber garantia de que o Estado não teria que pagar multa por sacar os recursos fora do prazo das aplicações. De acordo com o promotor Afonso de Ligório Bezerra Júnior, o Estado poderia perder até R$ 80 milhões. Ele também considerou que o instituto não participou do acordo e que o saque não foi aprovado por meio de projeto de lei submetido à Assembleia Legislativa do Estado.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/governo-do-rn-nao-pode-sacar-dinheiro-do-fundo-previdenciario-informa-banco.ghtml

Trabalhadores terão ferias de 30 dia divididos em três vezes no ano

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Foto: da Internet

O trabalhador que tinha 30 dias de ferias corrido, agora, com a nova lei, o patrão pode dividir as ferias do seu funcionário em até três vezes. O trabalhador de qualquer idade poderá tirar até três férias por ano, não ultrapassando os trinta dias, desde que um dos períodos seja maior que 14 dias e os outros dois tenham, no mínimo, 5 dias cada um. As férias não poderão mais começar nos dois dias que antecedem um feriado ou nos dias de descanso semanal, geralmente aos sábados e domingos.

Nova lei trabalhista entra em vigor dia 11 e muda jornada de trabalho

Nova CLT vale para todos os trabalhadores com carteira assinada, tanto para contratos vigentes como novos (Foto: Jana Pessôa/Setas-MT)
Nova CLT vale para todos os trabalhadores com carteira assinada, tanto para contratos vigentes como novos (Foto: Jana Pessôa/Setas-MT)

A nova lei trabalhista, Lei Nº 13.467, que foi publicada no DOU em 17 de julho de 2017, em seu Art. 6º determina 120 dias de Vacatio Legis; período de tempo para que a lei entre em vigor após sua publicação. Neste próximo sábado, 11, a lei entra em vigor, fazendo real suas mudanças no mundo do trabalho, da mão de obra vendida. no labor, possivelmente trazendo “mais valia” para os empresários.

As alterações mexem em pontos como férias, jornada, remuneração e plano de carreira, além de implantar e regulamentar novas modalidades de trabalho, como o home office (trabalho remoto) e o trabalho intermitente (por período trabalhado).

O projeto engloba ainda mudanças nos processos trabalhistas e no papel dos sindicatos, tornando mais rigoroso o questionamento de direitos trabalhistas na Justiça e retirando a obrigatoriedade de pagar a contribuição sindical.

Pelo que parece, os objetivos é de diminuir os processos judiciais que protegia o direito do trabalhador, que agora fica compartilhado direto com o patrão.

Isso é avanço? Claro que não. É um retrocesso sem prescindente para o trabalhador brasileiro.

Mas um país que registra 14 milhões de desempregados, e nem uma política de construção de desenvolvimento; onde o políticos de Brasília vivem a procura de meios de continuarem apenas se protegendo; o que pode se esperar de melhor para a classe proletariado.

Privatização da Eletrobras chega ao Congresso

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Eletrobras: a União e fundos ligados ao governo detém 63% da estatal. A participação deve cair a menos de 40% / Foto: Internet

Em busca de agendas positivas, o governo prevê que o projeto de lei que dá as diretrizes de privatização da Eletrobras será entregue à Câmara dos Deputados nesta quinta-feira.

O assunto precisa passar pelo Congresso porque a lei que criou a Eletrobras proíbe que a União perca o controle da estatal. A União e fundos ligados ao governo detém 63% da estatal. A participação deve cair a menos de 40%.

Na segunda-feira foi realizada uma reunião entre o presidente, Michel Temer, e integrantes do Ministério de Minas e Energia para acertar os ponteiros. Inicialmente, o governo anunciou que a transação renderia 7,5 bilhões, mas a equipe econômica conta com ao menos 12,2 bilhões de reais com a venda.

Temer deve usar o dinheiro para, além de aliviar as contas públicas, cobrir encargos setoriais para reduzir as contas de luz em 2019 e para um programa de revitalização do Rio São Francisco.

O programa do São Francisco terá investimento ao longo de 30 anos, sendo 350 milhões de reais nos primeiros 15. O restante formará caixa para o Tesouro Nacional. O grupo do ministro Fernando Coelho Filho defendia que pontos do processo fossem discutidos via medida provisória, pela maior velocidade de tramitação, mas o governo preferiu a precaução.

Enviado o texto, será respondida a grande questão da privatização da companhia: o modelo a seguir. Será o grande desafio para convencer os parlamentares que hoje têm interesses de cargos e negócios com a estatal.

Se houver vitória, como quer o governo, até o fim do ano, daria fôlego para Temer sonhar com uma reforma da Previdência. A tramitação, que corre em paralelo com a PEC da aposentadoria, servirá de algum termômetro para testar o que ainda tem de força no Congresso.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/projeto-de-privatizacao-da-eletrobras-chega-ao-congresso/?bt_ee=zHDwwvC9BINrXoV8Pl0/MdSsAMUvx/WqseBwQHtehmZuluTwGiPYR7xxeuyx68ZS&bt_ts=1510220213936

No Rio Grande do Norte, 7% dos presos recebem auxílio-reclusão

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Foto> Internet

O INSS paga quase R$ 580 mil a famílias de presos do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. O valor é a soma de 640 auxílios-reclusão, benefício pago a dependentes de contribuintes da previdência federal que estão presos. Em todo o país, são depositados cerca de 49 mil benefícios, que totalizam R$ 48,7 milhões.

Os dados são de setembro e foram divulgados pelo próprio INSS a pedido do G1. De acordo com levantamento, o número de apenados que tiveram acesso ao benefício representa cerca de 7% das mais de 8,3 mil pessoas que cumprem pena no sistema estadual – número disponibilizado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) do Estado.

A concessão do benefício é polêmica e causa discussão. Há pessoas que discordam do pagamento, que se tornou conhecida em muitos artigos contrários como “bolsa bandido”. Porém, para o padre Hugo Galvão, coordenador da Pastoral Carcerária, o benefício é muito importante, especialmente no caso de famílias que dependiam exclusivamente da renda dos presos. “A gente conhece o lado bom e o lado ruim desses benefícios”, considera.

O padre conta que conheceu, por exemplo, a história de uma idosa, cujo filho trabalhava como motorista e sustentava a família. Ele cometeu um crime, foi preso, e o benefício é agora o sustento da mulher e das duas netas, que ficaram sob seus cuidados. “Muitas vezes esses benefícios não chegam a um salário mínimo, mas são muito necessários. E as famílias não têm culpa pelo crime cometido por essas pessoas”, argumenta.

Laia mais no clicando no link do G1: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/no-rio-grande-do-norte-7-dos-presos-recebem-auxilio-reclusao.ghtml

Meirelles vai à Câmara tentar manter Previdência viva

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante conferência em Brasília, Brasil
Meirelles: entre os temas de interesse dos deputados está o panorama sobre a dívida pública do país e o peso da Previdência (Adriano Machado/Reuters)

O ministro da Fazenda Henrique Meirelles vai hoje à Câmara dos Deputados debater os panoramas para o futuro da economia no país. Ele participa de uma audiência nas comissões de Finanças e Tributação; de Fiscalização Financeira e Controle; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços.

Entre os temas de interesse dos deputados está o panorama sobre a dívida pública do país e o peso da Previdência. O tema não poderia ser mais quente – ou frio, a depender do ponto de vista.

Ontem, o presidente Michel Temer praticamente desembarcou do compromisso com fazer a reforma ainda em 2017 ao dizer que vai insistir no tema, mas que “sozinho, o governo não tem condições de aprovar a reforma da Previdência”.

O efeito foi imediato, com o Ibovespa caindo 2,55% ao longo do dia, e fazendo Temer tentar uma retratação num vídeo divulgado na noite de ontem, em que diz que toda sua “energia” está concentrada em aprovar a reforma.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/meirelles-vai-a-camara-tentar-manter-previdencia-viva/?bt_ee=UskdsTLMUGAdQrS21+vMiGAN2+U8BDCJBrZ651qRVmJ08+u2Yvf9pBpValhdKgiG&bt_ts=1510133885586

Temer admitiu aprovar só idade mínima, diz Raimundo Lira

O senador Raimundo Lira (PMDB-PB)
Raimundo Lira: segundo o senador, Temer defendeu idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres (Jefferson Rudy/ Agência Senado/Agência Senado)

Brasília – O líder do PMDB no Senado, Raimundo Lira (PB), contou que o presidente Michel Temer defendeu a aprovação de pelo menos uma idade mínima para aposentadoria durante reunião com líderes partidários do Senado, nesta terça-feira, 7. Outros pontos da reforma da Previdência proposta inicialmente pelo governo ficariam para a próxima gestão.

“O presidente acha que a reforma da Previdência, principalmente no que se refere à idade mínima, é importante para o País, e a reforma propriamente dita ficaria para o próximo governo eleito em 2018”, declarou o senador paraibano à imprensa. Ainda de acordo com Lira, o presidente da República defendeu idade mínima de 65 anos para homens e 62 anos para mulheres.

Para o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), Temer “perdeu as condições” para aprovar a reforma, mesmo que em um formato mais enxuto.

“Acho que essa coisa de se tratar de idade mínima é tardia. Isso deveria ter sido colocado em um cenário lá atrás, com critérios de transição”, comentou Calheiros ao Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Nesta terça-feira, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que o governo não vai recuar na reforma da Previdência e acredita que há a possibilidade de aprovação do texto ainda neste ano.

Na segunda-feira, Temer admitiu pela primeira vez a possibilidade de uma derrota do governo ao tentar aprovar a proposta. “Se não quiserem aprová-la, paciência, mas eu continuarei a lutar por ela”, afirmou o peemedebista.

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/brasil/temer-admitiu-aprovar-so-idade-minima-diz-raimundo-lira/

Governo lança programa para investir R$ 42,1 bilhões até 2018

Michel Temer
Governo: a equipe de Temer dará uma repaginada em planos ofuscados pela crise política e econômica (Paulo Whitaker/Reuters)

Brasília – Em nova tentativa de buscar uma agenda positiva para se contrapor a medidas amargas, o governo vai anunciar na quinta-feira, 9, o Projeto Avançar, que prevê investimentos de R$ 42,15 bilhões até o fim de 2018, ano eleitoral.

Após conseguir barrar na Câmara as duas denúncias contra o presidente Michel Temer, o Palácio do Planalto apostará na estratégia de comunicação para passar uma mensagem de otimismo, ancorada justamente pelo Avançar.

Os recursos virão do Orçamento e, de acordo com o governo, ficarão livres das costumeiras tesouradas porque, com a crise fiscal, os investimentos foram os mais afetados.

Sob o guarda-chuva do Avançar estão 6.233 projetos, de creches a construção de presídios, passando por moradias do Minha Casa Minha Vida.

Não há, na prática, nenhum programa novo, mas a equipe de Temer dará uma repaginada em planos ofuscados pela crise política e econômica.

Muitas obras que serão apresentadas estavam contidas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) – que começou no governo Lula e continuou na gestão de Dilma Rousseff – e foram paralisadas.

Do total de investimentos, R$ 9,03 bilhões serão reservados para política social, R$ 24,12 bilhões para obras de infraestrutura e R$ 8,99 bilhões para defesa. Os números, aos quais o jornal “O Estado de S. Paulo” teve acesso, ainda podem sofrer pequenas alterações.

O governo já tentou lançar o Avançar outras vezes, mas adiou o plano por falta de dinheiro nos cofres do Tesouro para bancar investimentos públicos. O valor do projeto também foi bastante reduzido.

No Congresso, até aliados do Planalto alegam que, na ânsia de mostrar resultados após se livrar da segunda denúncia – desta vez por obstrução da Justiça e organização criminosa -, Temer rebatizou o PAC com o nome de Avançar.

Auxiliares do presidente dizem, porém, que o projeto desta temporada não tem recursos privados, como o PAC. De qualquer forma, Temer tem agora um pacote reembalado para exibir em ano de eleições.

A campanha publicitária que o governo vai divulgar terá o mote “Agora é Avançar” e aparecerá na TV e nas redes sociais a partir de quinta-feira à noite.

Para reforçar essa ideia, o presidente já começou a usar em discursos a expressão “O Brasil voltou”, em uma analogia com o festivo “O campeão voltou”, do país do futebol.

Food parks fomentam economia e criam novo espaço gastronômico em Natal

Uma das novas tendências gastronômicas em Natal são os food trucks, trailers e pequenas caminhonetes adaptados para servir comidas práticas, rápidas, mas gostosas. Diante desse crescimento do segmento, Ponta Negra recebeu dois dos maiores food parks para agregar esses veículos impulsionando a economia local e criando um novo espaço gastronômico.
O ex-consultor imobiliário Ricardo Gouvêa observando esse crescimento, decidiu empreender no setor e já é responsável por empregar, direta e indiretamente, mais de 200 pessoas em dois food parks de Ponta Negra. “Os proprietários de food trucks enfrentavam dificuldades para encontrar um local para comercializar seus produtos. Observamos isso e decidimos abrir o primeiro food park de Ponta Negra com todo um conceito paisagístico e que fosse dedicado às famílias. Tanto de Natal, quanto de fora. O sucesso foi tão grande que abrimos o segundo e, graças a Deus, estamos ajudando a movimentar economia da cidade”, contou.
Juntos, os food parks Jardim Ponta Negra (em frente ao Camarões) e Casa do Careca (em frente ao Vilarte) abrigam 63 food trucks, gerando mais de 200 empregos diretos e indiretos, além de movimentar toda a cadeia de produção e comercialização de alimentos e insumos alimentícios. Por dia circulam aproximadamente 1500 pessoas em cada uma das praças de alimentação. As duas praças reúnem opções de comida de várias partes do mundo.

Saiba o que acontece com o Uber e o 99POP depois da votação Senado sobre os aplicativos

Regras foram alteradas para o transporte feito por serviços como Uber. Foto: Paulo Paiva/DP
Regras foram alteradas para o transporte feito por serviços como Uber. Foto: Paulo Paiva/DP
O Senado aprovou nessa terça-feira(31) – com 46 votos favoráveis, 10 contrários e uma abstenção – o projeto que estabelece novas regras para regulamentar os aplicativos de transportes. Por um acordo de lideranças, foram retirados do texto a obrigatoriedade de que os veículos, ligados ao Uber e 99POP, por exemplo, tivessem placa vermelha, que os condutores fossem proprietários do carro e que o serviço fosse autorizado pelo poder público. A matéria, agora, volta para a Câmara, que tem duas opções: deixa as alterações feitas pelos senadores ou retoma o texto original. Qualquer que seja a decisão, a proposta seguirá para a sanção presidencial após a análise dos deputados.
Foi uma sessão relativamente rápida, mas extremamente confusa. O dia inteiro foi de tensão no Senado e na Esplanada, com embates frequentes entre taxistas e motoristas dos aplicativos. Na bancada do Distrito Federal, foram dois votos favoráveis ao projeto: Cristovam Buarque (PDT) e Helio José (Pros). Reguffe (sem partido) votou contra.
O PT trabalhou para amenizar o texto e beneficiar os taxistas. “É um absurdo que os aplicativos cobrem 25% pelo serviço prestado pelos motoristas. Nossa proposta é reduzir esse valor para 10%”, defendeu o líder do PT, Lindbergh Farias (RJ). Um dos votos contrários ao projeto, o senador Reguffe foi incisivo. “Voto pelo direito de livre escolha do consumidor. Mais concorrência significa menores preços e melhor qualidade. Meu lado é o lado do consumidor”, disse ele.
O acerto para retirar do texto aprovado a obrigatoriedade da placa vermelha – para tornar os carros semelhantes aos táxis – e de que o condutor não precisa ser proprietário do veículo foi fruto de um acordo de líderes em uma reunião fechada que durou mais de duas horas. “Se nem os táxis precisam ser conduzidos pelo proprietário (existem os diaristas) por que exigiríamos isso dos condutores do Uber?”, questionou o relator do projeto na Casa, Eduardo Lopes (PRB-RJ).
Confronto Motoristas de táxi e das plataformas on-line protagonizaram manifestações em lados opostos da Esplanada dos Ministérios durante todo o dia. Os taxistas, que pressionavam pela aprovação do PLC com mobilizações desde a semana passada, ocuparam a S1, enquanto os motoristas de Uber, 99 e Cabify faziam seu segundo dia de mobilização na mesma altura da N1. Entre os dois lados, uma barreira policial evitava que as animosidades chegassem às vias de fato.
O que não impediu que, em diversos momentos, a situação saísse do controle. Motoristas dos dois lados trocaram provocações e chegaram a se agredir pouco depois das 16h, forçando a polícia a intervir com o uso do spray de pimenta. Um taxista foi detido por desacato. Dentro do Senado, o diretor de comunicação da Uber no Brasil, Fábio Sabba, acabou agredido por um representante dos taxistas — o executivo passa bem, e uma denúncia foi encaminhada à delegacia do Senado.
Entre os manifestantes, o clima era de apreensão durante a deliberação do tema no Congresso. Para o motorista Reinaldo Rodrigues, que trabalha com táxi há cerca de 20 anos, a regulamentação seria a melhor opção para motoristas do Uber. “Eu, por cerca de um mês, trabalhei como Uber, mas trabalhava das 5h às 23h e ganhava cerca de R$ 100 de lucro. A Uber suga e explora os motoristas”, afirmou Reinaldo. Já para os motoristas de Uber, o clima de provocação na Esplanada era algo normal. “A gente conhece essa situação bem”, afirmou Anderson Bajo, que era uma das lideranças entre os parceiros das plataformas virtuais presentes à mobilização, “pois esse clima de insegurança a gente vive no dia a dia”.
Agressão O relações públicas do Uber, Fabio Sabba, foi agredido dentro do Senado enquanto concedia uma entrevista na tarde de ontem. Sabba respondia perguntas de um jornalista no chamado Túnel do Tempo da Casa quando foi atingido por um soco. Ele passa bem. O responsável pela agressão seria representante de taxistas. Sabba registrou um Boletim de Ocorrência na própria delegacia do Senado e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. A Polícia do Senado informou que ainda não identificou o agressor. Ele teria fugido após o golpe. O Uber repudiou a agressão contra o relações públicas da empress dentro do Senado, ontem. Por meio de nota, a assessoria do aplicativo de transporte de passageiros afirmou que considera “inaceitável o uso de violência”.
Fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/brasil/2017/11/01/interna_brasil,729145/saiba-o-que-acontece-com-o-uber-e-o-cabify-depois-da-votacao-senado-so.shtml

Governo do RN conclui folha de setembro no dia 10 de novembro

Governo do Rio Grande do Norte anunciou que vai encerrar nos próximos dias 6 e 10 de novembro o pagamento da folha de setembro. Os servidores que recebem acima de R$ 4 mil ainda não receberam nenhuma parte do salário do mês passado.

Na próxima segunda-feira (6), o Estado vai pagar uma parcela única de R$ 4 mil, aos servidores que recebem acima desse valor. O restante do salário deles será depositado apenas no dia 10 de novembro, informou a administração.

No mesmo dia 10, ainda de acordo com o governo, serão depositados os salários de outubro daqueles servidores que recebem até R$ 2 mil.

Educação e administração indireta recebem hoje

Já os servidores da Educação, que recebem a partir de recursos federais do Fundeb, e os dos órgãos da administração indireta, que possuem recursos próprios, estão recebendo os salários do mês do outubro nesta terça-feira (31).

O pagamento de hoje está sendo realizado sem distinção entre ativos, inativos, aposentados e pensionistas. Com isso, até o dia 10 de novembro 50% dos servidores terão recebido seus vencimentos referente à folha de outubro do Estado.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte

BNDES garante apoio à expansão da internet banda larga pelo Brasil

O presidente Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES), Paulo Rabello de Castro, e o ministro das Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Gilberto Kassab, se reuniram com representantes da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) e garantiu apoio aos projetos de expansão da internet banda larga no país.
Nos últimos anos, o setor aguardada a criação do Fundo Garantidor com objetivo de permitir a captação de recursos financeiros para investimentos em fibra para garantir a banda larga para mais cidades, principalmente as que estão longe dos grandes centros. E, apesar da importância, ele nunca foi abastecido e todos os investimentos na banda larga têm sido realizado com recursos próprios.
Contudo, a reunião foi considerada produtiva pelos empresários do setor. O vice-presidente do Conselho da Abrint, o potiguar Erich Rodrigues, está confiante no avanço do projeto. “Tivemos uma reunião excelente. Compromisso firme do presidente do BNDES de trabalhar para lançar um plano de financiamento aos provedores ainda esse ano”, contou.

Abrint prevê que Brasil reduzirá crescimento da banda larga

Nos últimos anos, os provedores regionais investiram no crescimento da rede de banda larga no Brasil resultando em uma média crescente de 4,79%. Contudo esse percentual é baixo e, mesmo assim, ele ainda pode piorar devido ao congelamento do projeto do Fundo Garantidor.
O vice-presidente do Conselho da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint), Erich Rodrigues, explicou que o crescimento poderia ter sido maior se os governos federais tivessem investido no Fundo Garantidor, proposta apresentada desde 2014 e que, até hoje, nunca avançou. Para tratar do assunto a Abrint vai se reunir com ministro Gilberto Kassab (Telecomunicações) e com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Paulo Rabello de Castro.
“A Abrint já identificou esse gargalo há muito tempo e em janeiro de 2014 nós apresentamos um estudo para a criação de um fundo garantidor, caminho para acelerar esses investimentos. Passadas as eleições, a crise política e os diversos ministros que assumiram as telecomunicações, o fundo garantidor ainda não teve uma evolução efetiva”, explicou.
O objetivo é permitir a captação de recursos financeiros para investimentos em fibra para garantir a banda larga para mais pessoas, já que o foco seriam as regiões geograficamente afastadas. Porém, o fundo nunca foi abastecido, mesmo com a sugestão de utilizar parte dos recursos de R$ 4,8 bilhões oriundos do Termo de Ajuste da Telefônica e com a promessa de investimentos na ordem de R$ 50 milhões no setor até dezembro.
Essa reserva financeira é considerada importante pela Abrint porque os provedores regionais, responsáveis por levar internet de qualidade para municípios distantes dos grandes centros, enfrentam várias dificuldades no momento de obter empréstimos bancários por conta das garantias financeiras. Dificultando a expansão da rede pelo Brasil e, assim, ameaçando o crescimento. E esse recurso facilitaria investimentos.
“O Fundo não é um dinheiro que vai ser dado para os provedores. É um dinheiro que fica com a União e que apenas vai garantir os investimentos em infraestrutura de rede para a banda larga”, detalhou.

Governo do RN anuncia pagamento de salários de até R$ 4 mil

Governadoria do Rio Grande do Norte (Foto: Thyago Macedo)

O pagamento dos servidores que recebem entre R$ 3.001,00 e R$ 4 mil será depositado no dia 30 deste mês, informou nesta terça-feira (24) o Governo do Rio Grande do Norte. Com isso, 80% da folha do Estado terá sido paga, de acordo com a administração.

Nesta terça-feira (24), servidores realizaram protestos por causa do atraso no pagamento dos salários.

No último dia 14 foram pagos os servidores que recebem entre R$ 2.001,00 e R$ 3 mil. Servidores que ganham até R$ 2 mil, mais os da Educação e os dos órgãos da administração indireta com arrecadação própria também já receberam.

“O governo segue acompanhando as receitas e, a partir da disponibilidade de recursos, divulgará a data para o crédito nas contas dos servidores que ganham acima de R$ 4 mil”, informou o Executivo, em nota.

Fonte: https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia

Preços de combustíveis pesam e IPCA-15 sobe 0,34% em outubro

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Foto: Internet

Os preços do gás de botijão e dos combustíveis pressionaram e a prévia da inflação oficial acelerou em outubro dentro do esperado, mas ainda abaixo da meta do governo e mantendo o caminho aberto para que o Banco Central continue reduzindo a taxa básica de juros.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) subiu 0,34 por cento em outubro, após alta de 0,11 por cento no mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.

No acumulado em 12 meses, o indicador avançou 2,71 por cento e voltou a acelerar após dois meses de fraqueza contínua. Em setembro, a alta acumulada foi de 2,56 por cento, a mais fraca em 18 anos.

Ainda assim, o IPCA-15 continuou abaixo da meta do governo para 2017, de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Os resultados ficaram em linha com as expectativas em pesquisa da Reuters de alta de 0,35 por cento na variação mensal e de 2,70 por cento em 12 meses, de acordo com a mediana das projeções dos analistas.

Segundo o IBGE, a principal pressão individual para o resultado de outubro do IPCA-15 foi o aumento de 5,72 por cento no preço do gás de botijão, após a Petrobras anunciar três reajustes nas distribuidoras entre setembro e outubro. Assim, os preços do grupo Habitação aceleraram a alta a 0,66 por cento, frente a 0,26 por cento em setembro.

O grupo Transportes também foi afetado pelos preços mais altos dos combustíveis, com alta de 0,60 por cento em outubro. Neste período, a gasolina subiu 1,45 por cento, ainda que desacelerando ante a taxa de 3,76 por cento de setembro.

O grupo Alimentação e Bebidas, com importante peso sobre o orçamento das famílias, reduziu o ritmo de queda no mês a 0,15 por cento, depois de deflação de 0,94 por cento em setembro.

O cenário atual de inflação dá força para os planos do BC de diminuir o ritmo de corte de juros, o que já é esperado para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana que vem. O BC cortou a Selic em 1 ponto percentual em setembro, a 8,25 por cento.

“Espero corte de 0,75 ponto percentual (da Selic) na semana que vem e para o fim do ano tenho Selic a 7 por cento, mas vou esperar a reunião para ver se corrijo essa projeção para baixo”, afirmou a economista da CM Capital Markets Camila Abdelmalack.

 

 

Fonte: https://exame.abril.com.br/economia/precos-de-combustiveis-pesam-e-ipca-15-sobe-034-em-outubro/