Contrariando os partidos políticos pastores da IEADERN tentam lançar Jâcome para o senado

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Os deputados Jâcome e Jacozinho; no meio o presidente da IEADERN/ Foto: da Internet

Alguns pastores da Igreja Evangélica Assembleia de Deus no Estado do Rio Grande do Norte -IEADERN, na sua minoria, mas do alto clero, incluindo o seu presidente, estão tentando lançar o nome do deputado federal Antônio Jâcome (PODEM) para o senado ao lado da chapa do pré-candidato ao governo, Carlos Eduardo (PDT); nome ainda a ser confirmado pelos que organizam a pré-candidatura do então prefeito de Natal.

A sugestão do nome de Jâcome para senado no palanque de Carlos Eduardo trouxe um conflito com o governador Robinson Faria (PSD), que tem apoiado o deputado estadual Jacozinho (PSD), filho de Jâcome; podendo ser negada a legenda para Jacozinho. Já que neste caso, pai e filho ficariam com partidos e coligações separadas; mas coligados pela organização religiosa da IEADERN, aonde um pedirá voto para o outro, deixando os candidatos ao governo em segundo plano.

A igreja será usada como um palanque, como se fosse um partido, que venha a favorecer a todos os políticos evangélicos, com Albert Dickison (PROS) e Jacozinho para deputados estaduais; Carla Dickison (PROS) para deputada federal e Antônio Jâcome para o senado.

A maioria dos evangélicos não gostam de ser usados como moeda eleitoral; mas isso não constrange os seus líderes que procuram manter nos cargos comissionados os seus familiares.

O deputado Albert tem a seu favor, no meio evangélico, o fato de contra seu nome ainda não existir nenhum escândalo, enquanto o nome de Jâcome, diferentemente do seu filho, Jacozinho, tem alguns escândalos protagonizado no segmento evangélico, chegando até a ser excluído da igreja no ano de 2010. Isso foi noticiado.

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O presidente da IEADERN recebendo homenagem do deputado Albert Dickison . Foto: na Internet; de Magnus Nascimento

Alguns pastores de outras denominações se aborrecem por ouvirem dizer que Jâcome, para o senado, é uma escolha do segmento evangélico. Eles dizem que a escolha da IEADERN não indica as preferências das demais igrejas, como as Batistas, Presbiterianas, Missão Evangélica, Universal, Deus é Amor, Mundial, Internacional da Graça, Paz e Vida, Adpaz e outras.

Presidente da IEADERN com a vereadora Carla Dickison

A nosso ver, as igrejas eram para apenas pregarem a fé e a paz de Cristo e deixar a política para os partidos. As igrejas devem ser abertas para todos os políticos como visitantes para ouvirem a palavra de Deus. Mas nenhum pastor deveria se comprometer partidariamente contra ou a favor desse ou daquele político. Os políticos católicos podem ser bem recebidos por pessoas de fé evangélica, assim como os políticos evangélicos também recebem votos de pessoas de outros credos.

A política é para o Estado na sua administração; enquanto a fé, a religião é para o povo independentemente de ser um Estado.  Não deveria ser confundido como está acontecendo nos dias atuais entre alguns evangélicos; principalmente entre alguns pastores da IEADERN.