Getúlio defende união da classe política para ações emergenciais na Saúde

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O deputado estadual Getúlio Rêgo (DEM), falou mais uma vez, durante sessão plenária nesta terça-feira (6), sobre o estado em que se encontra a Saúde no Rio Grande do Norte. Para ele, é importante a união entre a classe política e os Poderes em busca de ações emergenciais para conter a crise no setor.“É grave o que estamos presenciando. Atualmente enfrentamos a pior crise da história da Saúde no Rio Grande do Norte e precisamos buscar alternativas para oxigenar um setor que está obstruído”, disse Getúlio.O parlamentar destaca que as pessoas estão morrendo por falta de condições financeiras do Estado de pagar aos hospitais conveniados e que é preciso unir-se ao Governo para sugerir uma forma de enfrentar a crise.Getúlio Rêgo ressaltou a iniciativa do Tribunal de Justiça em remanejar recursos para segurança e sugeriu que a ação se reprisasse, por parte dos poderes, também na área da Saúde. “O mais importante hoje é tentar criar alternativas, buscar o diálogo e a união da classe política para compor uma comissão e irmos até Brasília lutar por recursos. Não basta mudar de secretário, pois é impossível mostrar resultados positivos sem recursos”, disse o parlamentar.Em aparte, o deputado Tomba Farias (PSB) disse que visitou o hospital Walfredo Gurgel e, segundo ele,  presenciou o maior caos da história na Saúde Pública do Rio Grande do Norte. “Precisamos fazer alguma coisa para tirar as pessoas dos corredores e também aquelas que estão em casa aguardando por cirurgia. Não podemos esperar. A hora é de salvar vidas”.Os deputados Hermano Morais (PMDB) e Raimundo Fernandes (PSDB) também apartearam o pronunciamento e concordaram que a situação está insustentável.Raimundo Fernandes falou que visitou o hospital Deoclécio Marques, em Parnamirim, e constatou a falta de material e de condições de trabalho dos profissionais. “Tive no Deoclécio Marques, conversei com quatro médicos e eles me disseram que falta material como gesso, gases, soro e até roupa para entrar no centro cirúrgico, pois o pagamento da lavanderia está em atraso”, falou Raimundo.