Militares pressionam para ficar de fora da reforma da Previdência

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(Foto: Camila de Almeida)

Considerada crucial no equilíbrio das contas públicas, a reforma da Previdência pode gerar o primeiro choque entre militares e civis que integram o primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro (PSL). A ala ligada às Forças Armadas defende que as corporações fiquem de fora das mudanças que serão enviadas ao Congresso Nacional em fevereiro. Apesar da promessa de reforma mais dura e contrariando técnicos da área econômica, a tendência é que Bolsonaro não inclua os militares.

O regime próprio de Previdência Social conta com 1,1 milhão de beneficiários, entre militares e servidores civis. Eles correspondem a apenas 3,7% dos aposentados e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que soma 30,2 milhões de pessoas. Em contrapartida, o déficit do regime próprio, que chegou a R$ 86,3 bilhões em 2017, corresponde a quase a metade (47,3%) do déficit geral, de R$ 182,4 bilhões, em 2017.

 

EM 

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