Morre Jota Gomes, repórter policial

 

Foto: Facebook

Do tipo querido por muitos, Jota Gomes, que ficou conhecido pela sua mistura de informação e humor na difícil cobertura policial, não resistiu a mais um baque do coração. Morreu hoje, aos 60 anos, na UPA Potengi, onde estava internado.

A situação era grave tal que, após apelos da esposa Graciete, e a corrente dos amigos e admiradores, conseguiu a transferência dele para uma UTI. Mas, a delicada situação da saúde impediu a mudança. Conseguiu os antibióticos solicitados. Mas não foram suficientes. E ele se foi. Para a tristeza da gente.

Jota conviveu com a indesejada patologia grave e progressiva no coração. Lutou bravamente contra. Mas agora foi vencido.

A insuficiência de oxigenação de sangue atingia vários órgãos. Vitais.

A carreira

Nos tempos de repórter e apresentador de televisão, era o único autorizado pela polícia a entrar no então ‘Caldeirão do Diabo’, como era chamada a Penitenciária João Chaves, na zona norte da capital. Tinha o respeito – até – dos bandidos, os considerado mais perigosos, que ali moravam.

A fama começou em 1977, na Rádio Difusora de Mossoró, no programa Cidade Aflita.

Passo para desembarcar em São Paulo, onde apurou seu talento. A convite do Sistema Tropical de Comunicação, retorna a Natal.

Sua missão: disputar a audiência incontestável com outra lenda no rádio, Ubiratan Camilo, que atraia os ouvintes para a Cabugi.

Não demorou para despertar a atenção do ex-senador Carlos Alberto de Sousa. E foi brilhar na tela da TV Ponta Negra, com o estrondo do seu bordão: “Na Marca da Exclusividade”.

Descanse em paz, Jota, na exclusividade iluminada!

Autor(a): Eliana Lima

 

Fonte:http://www.portaldaabelhinha.com.br

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