O Brasil está com honestidade em instição: um réu comanda ato justo na câmara contra uma desonesta

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O Brasil está em situação de instição da honestidade. O ato administrado pelo o presidente da Câmara Federal dos deputados, Eduardo Cunha (PMDB), no último dia 17 deste, foi totalmente legítimo e legal. Cunha é o presidente da Câmara. Mas não deixou de ser uma administração conduzida por um cidadão que sofre acusações criminosa tornando o feito imoral.

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O presidente da Câmara ameaçou paralisar as votações no Congresso enquanto a Comissão do Senado não votar o impeachment da presidente Dilma. Essa é uma ameaça que pode, inclusive, bloquear os gastos do governo.

Eduardo Cunha disse que a Câmara não vai votar nem mesmo a proposta de nova meta fiscal do governo, que prevê um déficit bilionário para 2016. Essa ameaça pode levar à paralisia total da máquina pública, com o congelamento integral das verbas do Governo Federal.

“O Senado deveria se posicionar rapidamente, porque senão a Câmara de Deputados dificilmente vai participar de uma sessão de Congresso Nacional para votar esse projeto. É uma questão política, você não tem condições, é um projeto vindo do governo mudando a meta. Que seja, efetivamente, o Senado confirme que esse goveno vai continuar ou o Senado faça com que se tenha um novo governo. A partir daí, vai se resolver. Não há condição política de votar um projeto desse. Muito pouco provável. Não se votará. Se o Brasil entrará em ‘shut down’ por isso, então é mais uma razão para o Senado apressar”, afirma Cunha.

Sobre essas declarações, o presidente do Senado, Renan Calheiros, disse por meio da assessoria de imprensa, que não vai comentar as cobranças do presidente da Câmara.