PSDB descarta Dória, em 2022 vai com Eduardo Leite para presidente do Brasil

Eduardo Leite: ‘Estar no mesmo partido político não significa ter ideias convergentes’
Eduardo Leite: ‘Estar no mesmo partido político não significa ter ideias convergentes’

Após os estragos feitos pelo governador João Agripino Dória (PSDB), que era pré-candidato, pelo PSDB, ao cargo de presidente do Brasil em 2022, ter tomado uma negatividade dos paulista e de todos no Brasil, o partido tem preferido investir em outro nome, no caso, no nome do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Dória vem colecionando uma derrota atrás da outra. Ele apostou na eleição do Baleia, apoiado por Rodrigo Maia, perdendo com uma maioria gigantesca para o candidato do presidente Bolsonaro, o deputado federal Arthur Lira.

Por último teve uma briga com Aécio Neves que findou o chamando de oportunista, que usou o codinome de Bolsodória para ganhar o governo de São Paulo em 2018, traindo o presidente logo em seguida por questões pessoais.

O ataque de Aécio já definiu que Dória não será o candidato a presidente pela legenda em 2022.

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), recebeu, nesta quinta-feira (11), um grupo de parlamentares do PSDB, no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho. Convidado a se apresentar como alternativa na corrida presidencial pelo partido, Leite aceitou e se disponibilizou a liderar o projeto do partido para 2022.

“Recebo um chamado para colaborar com um projeto e isso, por si só, já é uma enorme responsabilidade, de poder participar, protagonizar, liderar a discussão de um projeto num momento crítico da vida da nação”, disse Eduardo Leite.

Presidente da legenda em Minas Gerais, o deputado federal Paulo Abi-Ackel disse que Leite pode se apresentar como um “personagem nacional”. Segundo o político, entre a bancada federal, Leite é o nome que mais agrada.

“A nossa vinda aqui é uma demonstração, um convite para que o governador Eduardo Leite possa ser, sem dúvida, uma alternativa do PSDB para nos representar na corrida sucessória, na corrida pela presidência da República”, disse.

Além de Ackel, também participaram os deputados federais Lucas Redecker, Daniel Trzeciak, Adolfo Viana (Bahia), Celio Silveira (Goiás), Edna Henrique (Paraíba), Eduardo Barbosa (Minas Gerais), Geovânia de Sá (Santa Catarina), Otavio Leite (RJ), Pedro Cunha Lima (Paraíba), Pedro Vilela (Alagoas), Bia Cavassa (Mato Grosso do Sul) e Mariana Carvalho (Rondônia). O senador por Alagoas Rodrigo Cunha também integrou a comitiva.

G1

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