São Paulo fecha tudo, mas ônibus traspotam cerca de 340 mil pessoas aglomeradas por dia

Movimentação de usuários de ônibus no Butantã, na Zona Oeste, em 3 de março, quando a capital paulista estava na fase laranja — Foto: Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo
Movimentação de usuários de ônibus no Butantã, na Zona Oeste, em 3 de março, quando a capital paulista estava na fase laranja — Foto: Ronaldo Silva/Futura Press/Estadão Conteúdo

Os ônibus municipais transportaram diariamente ao longo dos dias úteis de retomada da fase vermelha , cerca de 340 mil pessoas aglomeradas por cada dia, entre os dias 8 e 12 deste mês, na capital paulista, uma média 1,7 milhão de passageiros. Todavia, tem períodos que chegam a conduzir 2 milhões de passageiros, como aconteceu na semana anterior, nesta última, apenas 15% a menos. É o que apontam dados da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes de São Paulo.

Não tendo respostas para dar ao povo, e fazer politiciagem, a capital paulista entrou nesta segunda-feira (15) na fase emergencial, com regras ainda mais restritivas. Mesmo assim, a cidade registrou aglomerações no transporte público, sobretudo nos trens e estações da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), como a da Luz, na região central.

O que se devia fazer era aumentar a frota, abrir tudo, e apliar o ohrário de trabalho, para insetivar as regras de distanciamentos. Assim deveriam fazer todas as capitais.

Com a medida haveria mais empregos, mais tributos arrecadados, melhores ocndições para se combater a doença da Covid-19, se adquirindo mais respiradores.

O número de passageiros transportados pelos ônibus municipais nesta segunda-feira (15), primeiro dia da fase emergencial, instituída pelo governo do estado e com regras de restrição mais duras, só será contabilizado nesta terça-feira (16).

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